O cuidado com a saúde hoje vai
muito além dos investimentos em tecnologias de ponta. Não importa se um
Estabelecimento Assistencial de Saúde investe em uma tecnologia de última
geração, a qual possibilita um diagnóstico ou um tratamento de ponta, quando
não se tem um profissional devidamente capacitado para operar tal tecnologia.
Um diagnóstico ou um tratamento preciso demanda tecnologia e conhecimento
operacional de excelência.
A RDC n. 63 de 2011 recomenda que
a capacitação dos profissionais em saúde deva ser promovida antes do inicio das
operações e, de forma permanente em conformidade com as atividades
desenvolvidas. Além disso, a capacitação
deve ser adaptada à evolução do conhecimento e a identificação de novo riscos. Já
na RDC n. 2 de 2010 esta preconizado que os profissionais sejam capacitados com
a finalidade de garantir uma melhor qualidade, eficácia e efetividade nos
processos que envolvam as tecnologias em saúde.
Conforme a RDC 7 de 2010, que “Dispõe
sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva”,
é recomendável que funcionários recém admitidos devam receber capacitação
referente a incorporação de novas tecnologias. Para os profissionais com
experiência, a participação em programas de educação continuada contemplando a
incorporação de novas tecnologias também é relevante.
Sendo assim, observa-se
que já existe uma série de resoluções determinando a necessidade de treinamento
dos profissionais em saúde. Cabe ao Gestor destas unidades em saúde estabelecer
os processos e os critérios de implantação desta ferramenta fundamental na
garantia de um tratamento eficiente e seguro.